março 2026
Instituto Matizes

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Nota de Repúdio ao PL nº 50/2025: direito à cidade é um direito LGBTI+.

Se o mote da Parada LGBT+ de São Paulo de 2026 é “A rua convoca e a urna confirma”, é porque já sabíamos que se tratava de um impasse.  A […]

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Os dados não mentem: quando a LGBTfobia ganha, todo mundo perde.

Está no ar o relatório da pesquisa O Custo da Exclusão LGBTI+ no Brasil! O estudo girou em torno de uma pergunta simples: quanto custa ao estado brasileiro, em termos […]

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Nota de Solidariedade à Deputada Federal Erika Hilton

O Instituto Matizes vem a público compartilhar uma Nota de Solidariedade à Deputada Federal Erika Hilton. Contrariamente ao que o ódio espera de nós, que é a reprodução de mais […]

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Chegou 2026 e, com ele, a visibilidade trans!

Que tipo de visibilidade trans estamos construindo no Brasil? O Dia da Visibilidade Trans, celebrado no Brasil em 29 de janeiro, marca uma data nacional de reconhecimento, enquanto o Dia […]

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Quantas vezes é preciso dizer que não existe movimento LGBT sem T?

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Agora que acabou o carnaval, vamos falar de coisa séria?

Quantas pessoas LGBTI+ que você conhece já relataram ter sofrido violências LGBTfóbicas em ambientes de trabalho? Quantas pessoas LGBTI+ tiveram problemas familiares depois de terem saído do armário? É mais fácil se assumir dentro de casa ou no ambiente profissional? Quem recebe apoio familiar consegue obter mais sucesso em outros campos da vida? Aposto que você leu essas perguntas e ficou interessade em saber logo as respostas. A gente também! Essas são algumas das questões que fazem parte da pesquisa que estamos lançando hoje. Calma, mas não os resultados! Estamos lançando a etapa do levantamento de dados através de um survey online que pode ser respondido em 15 minutos.

A pesquisa “De porta a porta: entre silêncios e acolhimentos nas relações familiares e laborais de pessoas LGBTI+” parte da compreensão de que a presença de pessoas LGBTI+ impulsiona desafios e avanços em diferentes organizações sociais, como a família e o trabalho, considerados espaços fundamentais para a construção dos sujeitos. Mas mais do que discutir a dicotomia entre “aceitação ou rejeição”, achamos que é necessário compreender como essas presenças atuam como catalisadoras de transformação, reconfigurando relações de afeto, papéis de gênero, fronteiras simbólicas e estruturas de poder, especialmente no âmbito familiar, um dos primeiros espaços de acolhimento, mas também de reprodução de discriminação. Ao mesmo tempo, com um aumento e manutenção de programas e políticas de Diversidade & Inclusão, o trabalho tem se configurado como um espaço de compensação e reinvenção, onde muitas pessoas LGBTI+ buscam outras formas de validação, pertencimento e reconhecimento social.

Esse caminho entre as “duas portas”, de casa e do trabalho, não é linear, e envolve tensões que se expressam na forma de discriminação, invisibilização, tentativas de compensação ou sobrecarga emocional, afetando diretamente as oportunidades e os vínculos profissionais. Mas também pode ser um caminho que abre para a possibilidade de livre expressão, autonomia financeira e crescimento pessoal.

Queremos compreender como essas reconfigurações, no mercado de trabalho e na família, podem impactar as vidas de pessoas LGBTI+, indagando como tem se dado essas experiências no setor formal,. Com isso, poderemos mapear os fatores que influenciam a permanência, os deslocamentos e as interrupções nas trajetórias profissionais, considerando como os ambientes familiares, as redes de apoio e as políticas institucionais interferem nessas experiências.

Para nos ajudar nisso, é super fácil: responda ao questionário aqui e compartilhe com o maior número de pessoas LGBTI+ que você conhece (que tenham mais de 18 anos)!